No meio do inverno um dia de sol, tão quente quanto todo o verão.
Um calor que me aquece a alma, abro uma garrafa de qualquer bebida alcoólica gelada, o primeiro gole é como estar nas nuvens, me refresca o corpo inteiro.
Depois de vários goles minha cabeça começa a girar e seguro firme no primeiro corpo que encontro na minha frente, abro os meus olhos desejando que seja você. Não é.
Saí de casa quando ainda era noite e estou voltando ao amanhecer.
Entro desejando que ninguém me veja, azar, estão todos parados a minha espera e como sempre tenho que escutar as reclamações de quão irresponsável sou.
As reclamações não me fazem mais efeito.
Deito minha cabeça que ainda está rodando no meu travesseiro e os pensamentos ainda flutuam pela minha mente, sem conseguir pensar firmemente eu começo a contar histórias para o teto, nenhuma verdadeira.
Faz tempo que vivo na minha imaginação, pois nela tem sido melhor do que a vida real, nessa imaginação eu vou e volto no passado quando bem entender, vivo e revivo os melhores momentos e ainda aquilo que ainda desejo viver.
São os goles e goles que me consomem e me iludem. Eles me trazem as novas sensações que tanto quis, mas é no outro dia que descubro o quão falsas eram.
No meio de inverno um dia de sol, tão quente quanto o calor da sua pele.

No meio de inverno um dia de sol, tão quente quanto o calor da sua pele. - adoreei esse texto, ficou foda.
ResponderExcluirachei bem escrito, porém confuso, se caso foi isso que tu quis traduzir com o texto parabéns, consegiu; não sai se iludindo tanto nessas memorias que nunca voltam, só sofre.
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