segunda-feira, 20 de junho de 2011

Mais que o sangue


Quente e frio, o sol ferve e o vento é congela.
Diversidade de etnias, belos e não belos. Não importa.
Espero.
Raiva e ódio são ainda piores quando se misturam com a mágoa que me toma o peito, me sinto entre o céu e o inferno.
Em um momento penso em desaparecer e no outro correr até aquilo que me mata.
Plantas verdes e um vento de arrancar os cabelos. Sorrisos.
Abro os meus olhos para a coisa mais linda do mundo, a minha imagem projetada nas mais lindas faces.
Família. Alicerce.
Eles são aquilo que eu sou.
Vamos além de uma piada idiota e um choro sentido. Mesmo sangue.
Não importa quanto tempo durou a separação, ainda temos a mesma essência, o mesmo amor a mesma paixão de sermos nós.

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